terça-feira, 18 de outubro de 2011

O TODO

QUERIDAS E AMADAS AMIGAS....


Hoje resolvi postar um pensamento muito sábio,que venho refletindo,
já alguns dias,pois quem ne falou foi um pastor muito inteligente e acolhedor,ANTENOR falando comigo a respeito de casamento....
ai vaiii


" O TODO SEM A PARTE,NÂO È TODO

A PARTE SEM O TODO NÂO È PARTE

MAS SE A PARTE FAZ O TODO SENDO PARTE

NÂO SE DIGA QUE È PARTE SENDO TODO"

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Mulher, Deus sempre falará com você através da Bíblia

Mulher, Deus sempre falará com você através da Bíblia

Pedido de uma Criança a seus Pais

Pedido de uma Criança a seus Pais




Não tenham medo de serem firmes comigo.

Prefiro assim.

Isto faz com que eu me sinta mais seguro

Não deixem que eu adquira maus
hábitos. Dependo de vocês para saber
o que é certo ou errado.

Não me corrijam com raiva, nem
na presença de estranhos.

Aprenderei muito mais se me falarem
com calma e em particular.

Não me protejam das consequências
dos meus erros.

Ás vezes.eu preciso aprender pelo
caminho áspero.

Não levem a sério as minhas
pequenas dores.
necessito delas para poder
amadurecer

Não me estraguem. Sei que não devo
ter tudo o que peço.

Só estou esperimentando vocês.
Não sejam irritantes ao me corrigirem.

Se assim o fizerem, eu poderei fazer o
contrário do que me pedem.

Não me façam promessas que não
poderão cumprir depois

Lembrem- se que isto me deixa
profundamente desapontado

Não me apresentam um Deus
carrancudo e vingativo

Isso me afastaria dEle

Não desconversem quando faço
perguntas, senão serei
levado a procurar respostas na rua
todas ás vezes que não as tiver em casa

Não me mostram para mim como
pessoas infalíveis.

Ficarei extremamente chocado quando
descobrir um erro em vocês.

Não digam simplesmente que meus
receios e medos são bobos

Ajudem -me acompreendê-los e
vencê- los

Não digam que não conseguem
me controlar.

Eu me julgarei mais forte que vocês.



Não me falem como uma pessoa sem
personalidade
não vivam me apontando os defeitos
das pessoas que me cercam.

Isso irá criar em mim, mais cedo ou
mais tarde, o espírito de intolerância.

Não se esqueçam que eu gosto de
experimentar as coisas
por mim mesmo. Não queiram ensinar
tudo para mim.

Não tenham vergonha de dizer
que me amam

Eu necessito desse carinho e amor
para transmiti - lo
a vocês e aos outros.

Não desistam nunca de me ensinarem
o bem, mesmo quando
eu parecer não estar aprendendo

Insistam através do exemplo e, no
futuro, vocês verão
em mim, o fruto daquilo que
plantaram.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Jardins

Jardins



Comecei a gostar dos livros mesmo antes de saber ler. Descobri que os livros eram um tapete mágico que me levavam instantaneamente a viajar pelo mundo... Lendo, eu deixava de ser o menino pobre que era e me tornava um outro. Eu me vejo assentado no chão, num dos quartos do sobradão do meu avô. Via figuras. Era um livro, folhas de tecido vermelho. Nas suas páginas alguém colara gravuras, recortadas de revistas. Não sei quem o fez. Só sei que quem o fez amava as crianças. Eu passava horas vendo as figuras e não me cansava de vê-las de novo. Um outro livro que me encantava era o “Jeca Tatu“, do Monteiro Lobato. Começava assim: “Jeca Tatu era um pobre caboclo...“ De tanto ouvir a estória lida para mim, acabei por sabê-lo de cor. “De cor“: no coração. Aquilo que o coração ama não é jamais esquecido. E eu o “lia“ para minha tia Mema, que estava doente, presa numa cadeira de balanço. Ela ria o seu sorriso suave, ouvindo minha leitura. Um outro livro que eu amava pertencera à minha mãe criança. Era um livro muito velho. Façam as contas: minha mãe nasceu em 1896... Na capa havia um menino e uma menina que brincavam com o globo terrestre. Era um livro que me fazia viajar por países e povos distantes e estranhos. Gravuras apenas. Esquimós, em suas roupas de couro, dando tiros para o ar, saudando o fim do seu longo inverno. Embaixo, a explicação: “Onde os esquimós vivem a noite é muito longa; dura seis meses.“ Um crocodilo, bocarra enorme aberta, com seus dente pontiagudos, e um negro se arrastando em sua direção, tendo na mão direita um pau com duas pontas afiadas. O que ele queria era introduzir o pau na boca do crocodilo, sem que ele se desse conta. Quando o crocodilo fechasse a boca estaria fisgado e haveria festa e comedoria! Na gravura dedicada aos Estados Unidos havia um edifício, com a explicação assombrosa: “Nos Estados Unidos há casas com 10 andares...“ Mas a gravura que mais mexia comigo representava um menino e uma menina brincando de fazer um jardim. Na verdade, era mais que um jardim. Era um mini-cenário. Haviam feito montanhas de terra e pedra. Entre as montanhas, um lago cuja água, transbordando, se transformava num riachinho. E, às suas margens, o menino e a menina haviam plantado uma floresta de pequenas plantas e musgos. A menina enchia o lago com um regador. Eu não me contentava em ver o jardim: largava o livro e ia para a horta, com a idéia de plantar um jardim parecido. E assim passava toda uma tarde, fazendo o meu jardim e usando galhos de hortelã como as árvores da floresta... Onde foi parar o livro da minha mãe? Não sei. Também não importa. Ele continua aberto dentro de mim.

Bachelard se refere aos “sonhos fundamentais“ da alma. “Sonhos fundamentais“: o que é isso? É simples. Há sonhos que nascem dos eventos fortuitos, peculiares a cada pessoa. Esses sonhos são só delas: sonhos acidentais, individuais. Mas há certos sonhos que moram na alma de todas as pessoas. Jung deu a esses sonhos universais o nome de “arquétipos“. Esses são os sonhos fundamentais. O fato de termos, todos, os mesmos sonhos fundamentais, cria a possibilidade de “comunhão“. Ao compartilhar os mesmos sonhos descobrimo-nos irmãos. Um desses sonhos fundamentais é um “jardim“.

Faz de contas que a sua alma é um útero. Ela está grávida. Dentro dela há um feto que quer nascer. Esse feto que quer nascer é o seu sonho. Quem engravidou a sua alma eu não sei. Acho que foi um ser de um outro mundo... Imagino que o tal de “Big-Bang“ a que se referem os astrônomos foi Deus ejaculando seu grande sonho e soltando pelo vazio milhões, bilhões, trilhões de sementes. Em cada uma delas estava o sonho fundamental de Deus: um jardim, um Paraíso... Assim, sua alma está grávida com o sonho fundamental de Deus...

Mas toda semente quer brotar, todo feto quer nascer, todo sonho quer se realizar. Sementes que não nascem, fetos que são abortados, sonhos que não são realizados, se transformam em demônios dentro da alma. E ficam a nos atormentar. Aquelas tristezas, aquelas depressões, aquelas irritações - vez por outra elas tomam conta de você – aposto que são o sonho de jardim que está dentro e não consegue nascer. Deus não tem muita paciência com pessoas que não gostam de jardins...

Menino, os jardins eram o lugar de minha maior felicidade. Dentro da casa os adultos estavam sempre vigiando: “Não mexa aí, não faça isso, não faça aquilo...“ O Paraíso foi perdido quando Adão e Eva começaram a se vigiar. O inferno começa no olhar do outro que pede que eu preste contas. E como as crianças são seres paradisíacos, eu fugia para o jardim. Lá eu estava longe dos adultos. Eu podia ser eu mesmo. O jardim era o espaço da minha liberdade. O jardim era o espaço da minha liberdade. As árvores eram minhas melhores amigas. A pitangueira, com seus frutinhos sem vergonha. Meu primeiro furto foi o furto de uma pitanga: “furto“ – “fruto“ – é só trocar uma letra.... Até mesmo inventei uma maquineta de roubar pitangas... Havia uma jabuticabeira que eu considerava minha, em especial. Fiz um rego à sua volta para que ela bebesse água todo dia. Jabuticabeiras regadas sempre florescem e frutificam várias vezes por ano. Na ocasião da florada era uma festa. O perfume das suas flores brancas é inesquecível. E vinham milhares de abelhas. No pé de nêspera eu fiz um balanço. Já disse que balançar é o melhor remédio para depressão. Quem balança vira criança de novo. Razão por que eu acho um crime que, nas praças públicas, só haja balancinhos para crianças pequenas. Há de haver balanços grandes para os grandes! Já imaginaram o pai e a mãe, o avô e a avó, balançando? Riram? Absurdo? Entendo. Vocês estão velhos. Têm medo do ridículo. Seu sonho fundamental está enterrado debaixo do cimento. Eu já sou avô e me rejuvenesço balançando até tocar a ponta do pé na folha do caquizeiro onde meu balanço está amarrado!

Crescido, os jardins começaram a ter para mim um sentido poético e espiritual. Percebi que a Bíblia Sagrada é um livro construído em torno de um jardim. Deus se cansou da imensidão dos céus e sonhou... Sonhou com um ... jardim. Se ele – ou ela – estivesse feliz lá no céu, ele ou ela não teria se dado ao trabalho de plantar um jardim. A gente só cria quando aquilo que se tem não corresponde ao sonho. Todo ato de criação tem por objetivo realizar um sonho. E quando o sonho se realiza, vem a experiência de alegria. Nos textos de Gênesis está dito que, ao término do seu trabalho, Deus viu que tudo “era muito bom.“ O mais alto sonho de Deus é um jardim. Essa é a razão porque no Paraíso não havia templos e altares. Para que? “Deus andava pelo meio do jardim...“ Gostaria de saber quem foi a pessoa que teve a idéia de que Deus mora dentro de quatro paredes! Um coisa eu garanto: não foi idéia dele. Seria bonito se as religiões, ao invés de gastar dinheiro construindo templos e catedrais, usassem esse mesmo dinheiro para fazer jardins onde, evidentemente, crianças, adultos e velhos poderiam balançar e tocar os pés nas folhas das árvores. Ninguém jamais viu a Deus. Um jardim é o seu rosto sorridente... E se vocês lerem as visões dos profetas, verão que o Messias é jardineiro: vai plantar de novo o Paraíso: nascerão regatos nos desertos, nos lugares ermos crescerão a murta (perfumada!), as oliveiras, as videiras, as figueiras, os pés de romã, as palmeiras... E lá, à sombra das árvores, acontecerá o amor... Leia o livro dos “Cânticos dos Cânticos“!

Pensei, então, que o ato de plantar uma árvore é um anúncio de esperança. Especialmente se for uma árvore de crescimento lento. E isso porque, sendo lento o seu crescimento, eu a plantarei sabendo que nem vou comer dos seus frutos e nem vou me assentar à sua sombra.... Eu a plantarei pensando naqueles que comerão dos seus frutos e se assentarão à sua sombra. E isso bastará para me trazer felicidade!

A todas as mulheres

A todas as mulheres


Que driblam a vida para entregar o melhor de si em tudo que fazem...

Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes.

Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.

Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas!

E, entre uma coisa e outra, leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.

Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.

Primeiro: a dizer NÃO.

Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.

Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.

Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher. E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.

É ter tempo.

Tempo para fazer nada.

Tempo para fazer tudo.

Tempo para dançar sozinha na sala.

Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.

Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias!

Tempo para uma massagem.

Tempo para ver a novela.

Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.

Tempo para fazer um trabalho voluntário.

Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.

Tempo para conhecer outras pessoas.

Voltar a estudar.

Para engravidar.

Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.

Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.

Existir, a que será que se destina?

Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.

A mulher moderna anda muito antiga.

Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada.

Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.

Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.

Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!

Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.

Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir.

Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

Desacelerar tem um custo.

Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.

Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante.

Festival Gerânio

Festival Gerânio


O gerânio pelargonium graveolens é uma planta muito aromática originária da África. Seu óleo essencial (OE) é obtido por extração a vapor das suas flores e folhas.

Existem muitas variedades de gerânios (outras cores e nomes botânicos), mas o tipo pelargonium graveolens, conhecido no Brasil como malva cheirosa, é o que gera o óleo essencial cujas propriedades terapêuticas estão descritas a seguir. Esta malva cheirosa apresenta pequenas e delicadas flores cor de rosa e suas folhas são um pouco aveludadas e rendadas na extremidade.

Ação do Gerânio no emocional
O gerânio tem aroma semelhante ao de rosas, o que sinaliza um potencial de expandir o coração, a decisão de amar e amar-se.

Antigamente as pessoas plantavam gerânios ao redor da casa, com a intenção de afastar maus espíritos e trazer sorte aos bebês, atribuindo ao gerânio poder de proteção.

O fato é que o gerânio proporciona, via aromaterapia, ou seja, seu óleo essencial, uma rápida ativada na energia vital, elevando o astral, espantando o cansaço e os adiamentos. Sua folha pode ser usada no preparo de sucos desintoxicantes e chás, aromáticos e saborosos.

Emocionalmente, por seu aroma sedoso e semelhante ao de rosas, o gerânio trabalha muito bem o feminino quando ajuda o fígado (e vesícula) na sua desintoxicação. Portanto a dissipar raivas e culpas reprimidas, equilibrar o emocional, mobilizar angústias e tratar a depressão.

O gerânio “acorda”, “desperta”, coloca os sentimentos no “aqui e agora”, na REALIDADE.

Ele trabalha também as vibrações yang (ação), o masculino, quando ajuda na desintoxicação dos rins para desmaterializar medos. É quando a ilusão dos medos se transforma em coragem, possibilitando as decisões adiadas (harmoniza o raciocínio lógico e a intuição) e o resgate da responsabilidade pelas ações iludidas. Quando se está vivendo momentos onde o sonho é uma necessidade, as pessoas irão se sentir pouco à vontade com o aroma do gerânio, uma vez que a mensagem do gerânio é oposta à ilusão.

O gerânio aumenta a criatividade e nos estimula para a entrega, a fé de “corpo e alma”. O coração deseja e realiza: enfrenta e “dá conta do recado”.

Disso tudo é que, possivelmente, vem seu uso histórico como “protetor”. Afinal, quando no mundo real (meditação) e longe das ilusões, nosso campo de proteção não permite que energias densas, falsas expectativas e frustrações se manifestem.

Ação do Gerânio no físico
Fisicamente, o gerânio tem função reguladora sobre o sistema hormonal e supra-renais. Seu óleo essencial trabalha fortemente o feminino, quando interfere positivamente na prevenção e tratamento da TPM, menopausa e celulite. Tonifica as mamas, evita e trata estrias quando normaliza qualquer tipo de pele e suas afecções. O gerânio aumenta o fluxo sanguíneo o que faz revigorar todas as células, inclusive unhas e cabelos.

Importante: deve ser evitado seu uso durante a gravidez.

Homens podem e devem usá-lo, pois todos precisamos trabalhar o feminino internamente. Também porque o gerânio tem forte influência sobre os rins e supra-renais, órgão de choque do metabolismo masculino.

Com sua ação diurética tem importante ação tônica sobre os rins: cálculos renais, bexiga e diabetes. Pela grande influência que o gerânio exerce sobre as glândulas supra-renais, podemos entender muitos dos seus benefícios tanto físicos quanto emocionais.

Tem ação também sobre o fígado (hepatite, cirrose) e sistema linfático, contribuindo na eliminação de toxinas como excessos de glicose, colesterol, triglicérides e mucos.

Como usar o óleo essencial (OE) de Gerânio?
O gerânio é um óleo que pode ser usado puro, como um perfume. Trata-se de um aroma forte e penetrante, portanto é suficiente e prudente usar somente uma gota. Lembre que em caso de pele sensível deverá ser diluído em óleo vegetal. Uma gota na nuca, por exemplo, estimula, diminui o cansaço e revigora!

Para usar à noite, importante combinar com óleos relaxantes como a lavanda ou camomila.

Para favorecer sentimentos de confiança e coragem é excelente praticar meditações com o OE de gerânio. Ideal pela manhã ou tarde. Este óleo pode ser aplicado na nuca, num aromatizador pessoal, em um lenço de papel, no INSPIRA (da Aromarte), pulverizado no ambiente, na esponja em banho matinal, enfim...

Nas diluições em óleo vegetal usa-se a 1%: para 50 ml de óleo vegetal adicione 11 gotas do OE de gerânio.

Nos óleos corporais, o óleo vegetal irá viabilizar a massagem. Dependendo das composições com outros OEs poderão ser indicados para: alívio de dores, relaxamento, estimulação, hidratação e outros cuidados específicos. Além de tratar internamente via olfato, ajuda a "respirar" a pele, integrando seus efeitos terapêuticos.

Para uso nos chacras o gerânio é mais indicado no coronário, trabalhando o medo e depressões, além de fortalecer as decisões. No chacra básico é indicado para materializar objetivos. No chacra frontal para resgatar a visão interna.

Somos como as sementes

Somos como as sementes


Estive recentemente (julho 2011) no Monastério do Trigueirinho em Figueira (MG), engajada em trabalhar com as sementes e os jardins de F2 (área de Figueira).

Levei um par de livros para ler durante esta jornada e, me marcou a apresentação do Dr. Alberto Gonzalez do livro Brotos**, não só pela abordagem que ele fez, mas pela coincidência do momento e local onde me encontrava.Estávamos em uma manhã, seis mulheres classificando uma safra de sementes crioulas (nativas), de uma leguminosa conhecida como ‘feijão amendoim’ (porque parece mesmo) entre sementes para armazenar (na câmara frigorífica para futuro plantio), sementes para consumo e sementes para descarte (muito danificadas).
Uma boa parte das sementes estava 'carunchada' e uma pessoa me perguntou: de onde surgem estes carunchos? Respondi: o cerne do caruncho (ou fungo) está todo o tempo dentro da semente. Basta que hajam condições para que eles se desenvolvam e ganhem força (nutrição e multiplicação) e assim destruam a semente e toda a sua capacidade também original de germinar e propagar a espécie.
No início tudo pode estar em equilíbrio, ainda que este início possa ser de pequena, média ou longa duração. Mas são as condições oferecidas (existentes) que irão determinar para que polaridade o futuro seguirá. Algumas vezes as condições são muito favoráveis à perpetuação da espécie, outras vezes nem tanto ou quase zero.
As sementes são exatamente como nós humanos, dentro de nós já temos tudo: a paz, o amor, a misericórdia, a alegria, a fé, a compaixão, a empatia, o perdão, a harmonia, o silêncio, a oração. Basta que surja uma oportunidade e muitos de nós prontamente respondemos com este manancial de sentimentos e ações do bem. Mas também temos dentro de nós o cerne do medo, do ciúmes, do egoísmo, do desamor, da falta de fé (ansiedade), dos 7 pecados capitais e assim por diante.
Qual a qualidade vibracional que alimentamos, nutrimos e permitimos que se desenvolva, cresça, se multiplique e finalmente nos contagie e nos faça transbordar? A qual aspecto doamos nosso tempo, atenção, ação?
Segundo o Dr. Alberto ‘as sementes e sua trajetória na direção da vida ou da morte são uma metáfora do dilema que vive a humanidade. Elas contém em si o arquétipo da vida. Por essa razão são citadas em forma simbólica na doutrina das mais diversas religiões’.
Concordo com ele que ‘as sementes são por­tadoras de vida, são a esperança de prosperidade, são ali­mento e entendimento ao mesmo tempo’. Assim são nossas crianças, nossos anseios, nossos projetos e nós mesmos...
‘Jesus nos trouxe muitas imagens do mundo espiritual através das sementes, como quando compara o poder do pensamento humano à minúscula semente de carvalho, que, sendo do tamanho de uma mostarda, pode se trans­formar naquela gigantesca árvore; ou quando conta a parábo­la do plantio e da colheita, estabelecendo a relação entre causa e efeito: se plantarmos hoje a boa semente, ama­nhã colheremos saúde, amor, abundância e paz’.
E, uma semente que não recebe água, solo, calor e luz (nas dosagens adequadas de cada momento: estocagem ou germinação) perde seu poder germinativo, perde sua razão de ser.
Da mesma forma, um ser humano que não recebe (ou não se permite) estas mesmas formas de nutrição da existência, também perde seu poder de expansão espiritual, perde sua razão de ser e de existir na luz...
‘As sementes querem se multiplicar, se espalhar, gerar fartura e alegria na família humana. Têm uma ânsia contida de germinar após o beijo da água, trazer o verde e anunciar bonança e prosperidade para cidades, aldeias e ecovilas. As sementes serão novamente moeda de troca, subvertendo os atuais meios de produção, onde, como nós, vivem escravizadas.
Trigo, quinoa, amaranto, alpiste, lentilha, gergelim, fei­jão, milho, centeio, cevada, amendoim, mostarda, trevo, alfafa, arroz, grão-de-bico, painço, colza - levantai-vos! Venham em nosso socorro! Estamos cansados e doentes, e vocês carregam dentro de si a origem da vida, a essên­cia da cura! Com seu poder silencioso, guardiãs de uma nova era, permaneceram caladas e agora podem ressur­gir, prontas a determinar uma nova ordem colaborativa e um novo consumo consciente’.
Da mesma forma somos Marias, Joãos, Maras, Cleuzas, Carlos, Anas, Paulos e Aparecidas, que nestes 5 dias dentro do Monastério, em oração e silêncio, para pedir e receber, para valorizar e respeitar, percebi como podemos tudo isso e muito mais! Quanta vitalização e criatividade rapidamente nos proporciona uma alimentação em harmonia com o reino vegetal, a gratidão para com a natureza e todos os seus elementais. Tudo isso me gerou, me germinou, me iluminou!

As sementes são nutridoras, reprodutivas, mul­tiplicadoras, amorosas, mantenedoras e curadoras. São delicadas, frágeis e dependentes de nossos cuidados, respeito, atenção. Mas ao mesmo tempo têm a força e o poder da regeneração, da multiplicação. O poder de transformar-se em brotos, seus brotos transformarem-se em verdes hastes, em frutos e alimentos para toda a humanidade.
Haja força e poder: sustentar toda a vida, no e do planeta terra. Mas elas dependem da consciência e da valorização do ser humano, o que a elas não falta...
As sementes estão para a terra assim como para as mãos do homem. Podemos ter nas mãos um pu­nhado de sementes e fazê-las tornar-se um jardim, um pomar, uma horta, um trigal dourado.

Assim somos nós humanos, tão frágeis e vulneráveis, tão medrosos de sairmos da caverna, das zonas de conforto, de germinar, brotar e crescer. Mas ao mesmo tempo somos potencialmente amorosos e poderosos. Quando conseguimos brotar e gerar muitos frutos, perdemos o medo da ‘falta’, nossa fé torna-se incondicional na abundância.

Em Figueira, nossa união me fez e faz chorar, aquele choro que não conseguimos saber de onde vem as lágrimas, mas imagino de uma avalanche de emoções de sustentação do amor incondicional. Sentir coisas que palavras não explicam: kodoish kodoish kodoish adonai tsebayoth.
‘Cuidemos das sementes, elas são nosso patri­mônio cultural, histórico e alimentar. Elas são nossas. Tornemo-as orgânicas, ricas em nutrientes, adaptadas e aclimatadas naturalmente ao nosso ambiente.
Pratiquemos a cultura da vida. Esse direito nunca esteve tanto em nossas mãos. Mãos que escolhem as sementes, mãos que trocam e presenteiam as sementes, mãos que germinam as sementes, mãos que cuidam dos brotos e preparam deliciosos alimentos que nutrem e curam o corpo e o espírito’.
Da mesma forma, cuidemos de nossas vidas, elas são nossas e estão sempre prontas para carunchar, embolorar ou vibrar no amor, na evolução e na paz!
Pratiquemos o acordar de nossas sementes, a germinação, o florescer desta nova era!


'Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem sementes, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento'. Gênesis, 1,29. Considero este texto super metafórico, porque nós também somos sementes e deixamos sementes...

'Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas, que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua semente'. Deuteronômio, 30, 19.


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Um convite: Em Figueira 2 fica o Setor Sementes, um banco de armazenagem, conservação e multilicação de sementes nativas (crioulas) do Brasil e algumas doações internacionais. Este setor está super carente de voluntários para nele trabalharem por algumas horas, dias ou mesmo num ritmo.
Para quem já é inscrito em Figueira, basta agendar uma ida a F2 e comparecer. Para quem ainda não conhece este Monastério e tiver interesse, basta buscar maiores informações.