sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Os Limites Podem Salvar Você de Você Mesmo!





Se você é daqueles que tem dificuldade em dizer não e ainda por cima não tem uma “varinha de condão”, acho bom ler este texto.


Ao tentar suprir todas as necessidades dos nossos filhos, acabamos esquecendo as nossas necessidades e, invariavelmente, nos tornamos infelizes.
(minha autoria)


Quem nunca teve a vontade de ter uma varinha de condão igual aquelas que as fadas madrinhas têm com uma estrela na ponta e prontas para satisfazer todos os nossos pedidos.
O problema é que isto faz parte apenas no nosso imaginário e filmes que apareciam fadas madrinhas já não dão mais ibope. As crianças gostam mais é dos “Digimons”, “Dragon Ball”, “Monster Ranger”, ou ficar jogando vídeo game por horas a fio.
No entanto, mesmo não tendo a tão desejada varinha de condão, alguns pais, no afã de satisfazer todas as necessidades dos seus filhos, ultrapassam os limites financeiros, emocionais e de saúde, na tentativa de serem chamados de “Pais Legais”.
E ficamos com a impressão de que para sermos legais precisamos dar tudo e, algumas vezes, nos tornamos ilegais quando acobertamos algo que o nosso filho fez e que certamente seria julgado, uma vez que tenha infringido a lei.
Os pais em geral, acreditam que viver é ter o foco direcionado exclusivamente a satisfazer as necessidades dos filhos ou o que acreditam ser a necessidade deles.
Fica parecendo que filhos e sacrifício andam juntos e que isto é algo normal para todas as famílias que desejam ser “bons pais”.
E neste pensar e agir, os relacionamentos vão deteriorando-se gradativamente. O pai que anda nervoso porque cheque especial está com limite estourado e o gerente está cobrando, a esposa está reclamando que o marido está fazendo muita hora extra e não tem ficado mais em casa, o filho reclama porque está querendo o computador da “hora”, a filha reclama porque não ganhou ainda aquela blusinha que custa apenas R$ 500,00 – ou seja, alguém pode estar a um passo de ter “piripaque” nervoso.
É preciso reconhecer que não é possível dar tudo que os nossos filhos querem, que não é possível agüentar todas as pressões a que eles nos submetem, que responder a todas as suas perguntas é algo complicado demais, que não dá para acompanhá-los em todas suas atividades, que embora o seu gosto musical seja variado, não dá para ter paciência para todas suas músicas, sem falar das “batidas de porta”, desculpas por terem tirado notas baixas ou que chegaram em casa as 7:00h da amanhã porque a festa estava muito boa. E você não conseguiu pregar o olho a noite toda preocupado.
Muitas vezes você só vai perceber que os seus recursos se esgotaram, quando percebe que está numa cama de hospital.
E quando você não percebe, a tendência é de que você vai acumulando irritação, frustração, tristeza e amargura até que de repente você explode. Aí, você ainda precisa escutar o seu filho dizer: - Nossa Pai, como você está estressado.
É preciso resgatar o equilíbrio financeiro, emocional e físico para que o nosso lar possa ser um espaço de realizações, encontros, harmonia e cooperação.
Precisamos acreditar que o nosso papel de pais não é apenas suprir as necessidades materiais dos nossos filhos.
Precisamos acreditar que os nossos recursos são limitados e que isto nos aproxima da realidade onde é possível aceitar nossas falhas, nossas imperfeições e que não somos uma fonte inesgotável de recursos.
Esta aproximação da realidade faz com que tenhamos mais tolerância com a gente mesmo e com os nossos familiares e amigos.
Vamos para de estabelecer metas que estejam acima da nossa realidade e das nossas possibilidades, para que não sejamos o principal empecilho da nossa felicidade.
Se para você dizer não é algo pra lá de complicado é melhor ir praticando. Não saber dizer não é o primeiro passo para extrapolarmos os nossos limites. E quando eu não sei dizer para alguém é como se eu estivesse dizendo para esta pessoa, que o que ela pensa e faz é mais importante do que eu penso e faço. É quase uma perda de identidade. Uma vez que você passa a ser o que os outros querem que você seja.
No mês de março, nas reuniões de Amor-Exigente, estaremos trabalhando o princípio “Os Recursos São Limitados”. Depois de trabalharmos no mês de Fevereiro o principio “Pais Também São Gente”, vamos perceber que sendo Gente e não super-homens ou supermulheres, que temos sim os nossos limites.
Tenho a certeza de que março será um mês extraordinário nas reuniões de Amor-Exigente.
E se você é daqueles que tem dificuldade em dizer não e ainda por cima não tem uma “varinha de condão”,

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Análise do texto "jardim interno"

Essa história, que também pode ser considerada uma metáfora, representa a maneira como nós lidamos conosco mesmo e com nossa vida. Assim, o jardineiro é cada um nós e o jardim é o nosso interno, nossa consciência, nossas emoções, nossos sentimentos e a forma como cuidamos de nosso interno, de nós mesmos. Nos fala também, sobre nossas crenças e valores e como lidamos com elas nos chamando para a atenção sobre a força que elas exercem sobre nós e o quanto isto, se não observado de forma madura e profunda, acaba por se tornar uma grande força negativa e contrária capaz de nos conduzir para ações também contrárias a nós mesmos.
Nossa mente é como um grande jardim, ou seja, é um espaço interno que é muito grande e contínuo, onde plantamos nossas idéias, crenças e valores que determinam nossa maneira de pensarmos e conseqüentemente de agirmos. A potência de nossa mente é tão fecunda quanto a terra, pois tudo que colocamos na mente é gestado, cresce, e termina nascendo através de nossas ações que revelam aquilo que a mente oculta. Outra forma de revelação são as doenças que nós gestamos através da mente, para nós mesmos, principalmente a depressão, as psicoses, as manias, as neuroses e outras classificadas pela psiquiatria e psicologia.
Porém, o que mais necessitamos observar é a “força antagônica” que é existente em cada um de nós. Esta força é altamente destrutiva, egoísta, incansável, autoritária, prepotente, orgulhosa e acima de tudo contrária a tudo que nós pensamos em realizar de positivo para nós. Porém, ela é parte de nós e é gestada e parida por nós mesmos, e cumpre a função de nos perseguir para nos destruir. Ela também se apresenta em várias dimensões de intensidade e de presença, pois em alguns ela é mais sutil, menos ativa e, para outros é tão potente que leva a situações como a autodestruição, a depressão profunda, a loucura, o suicídio.
Atendi certa vez, no Instituto KVT, uma senhora que me procurou para a solução de um problema de perseguição oculta a qual nenhum lugar conseguia ajudá-la a resolver. Sua queixa era, também, no sentido que esse “inimigo oculto” sabia de toda sua vida e seus projetos até mesmo aqueles que somente ela sabia. Dizia que este inimigo era muito forte e poderoso e que ele lhe atrapalhava em tudo. Esse caso me trouxe a clareza da presença da força antagônica e de como ela age e, principalmente a necessidade de torná-la visível para que possamos saber lidar com ela.
Infelizmente, quando conversei com a tal senhora e fui lhe explicando sobre este inimigo oculto ser ela mesma, ser a força antagônica interna, ela não aceitou dizendo que jamais faria isto com ela mesma e que com certeza era vítima da situação. Penso que o caso dessa senhora mostra bem o jardineiro de nossa história, pois de dia ela plantava seus projetos em seu jardim interno e à noite os arrancava, colocando a culpa em pessoas, energias, espíritos ruins.
Dicas para fortalecer a força interna contra a força antagônica:
reconheça a si mesmo, sua capacidade, seu valor
- seja comprometido com sua evolução, seu bem-estar, sua harmonia
- busque conhecer a si mesmo
- desapegue do outro, da opinião do outro, da admiração do outro
desconstrua a crença da perfeição, pois é força antagônica
se aceite como você é buscando melhorar sempre
saiba claramente o que você quer para si e construa, plante e sustente para a continuidade
- nutra tudo o que você plantar de bom em seu jardim interno e na vida
- lembre-se sempre de que a mente “mente”
- observe pensamentos ruins e insistentes, emoções e pensamentos viciosos, que são as “ervas daninhas” que invadem nosso jardim interno
- seja um jardineiro presente, observador que conhece o jardim que se encontra plantando

O JARDIM INTERNO

Era uma vez um jardineiro que cuidava de um jardim, cuja extensão de terra era muito grande e fértil. Todos os dias, ao amanhecer do dia, esse jardineiro já se encontrava acordado e iniciava seu trabalho de cuidar da terra para plantar as mais bonitas flores e as mais bonitas plantas. Observava, cuidadosamente, o local mais adequado para plantar as várias espécies de flores e plantas, na sabedoria de que elas necessitariam de maior quantidade de luminosidade, de calor do sol, de vento, de sombra e de água, pois ele conhecia muito bem este jardim e o que se encontrava plantando nele.
Seu ideal como jardineiro era tornar este jardim um local agradável, bonito por sua harmonia que pudesse fazer muito bem tanto para as pessoas que conviviam com ele, quanto para o próprio jardim no reconhecimento de que as plantas, as flores e a terra também necessitam de harmonia. Assim, ele sabia que não poderia plantar qualquer espécie de flores e plantas e também não poderia fazê-lo de qualquer jeito.
Assim, passava o dia trabalhando, observando, escolhendo e decidindo sobre tudo nesse jardim, nos mínimos detalhes e sempre preocupado em fazer tudo certo, tudo de forma perfeita, para que assim, fosse reconhecido pelas pessoas como um excelente jardineiro, aquele que se preocupa em fazer as coisas certas de maneira correta.
Ao terminar o dia se encontrava cansado, porém, com certa satisfação por ter conseguido mais uma vez cuidar de seu jardim e torná-lo a cada dia mais bonito para que todos pudessem admirá-lo e assim ser reconhecido. Porém, ao se deitar para o descanso merecido, sentia uma forte inquietação, um desconforto que o fazia rever todos os passos do dia, lhe trazendo conflitos, inseguranças e questionamentos sobre todo o trabalho realizado durante o dia no jardim. Estes sentimentos e pensamentos se reuniam em sua mente de forma intensa, gestando uma força contrária muito grande dentro de seu ser fazendo com que ele rejeitasse tudo o que havia construído de mais belo em seu jardim.
Sentindo o comando dessa força que nesse momento o conduzia, se permitia retornar ao jardim e destruir tudo o que havia nele plantado, arrancando com suas próprias mãos cada flor, cada planta, judiando da terra e, deixando o local na mais profunda desarmonia e desamparo. Exausto por ter trabalhado o dia inteiro plantando e a noite inteira arrancando tudo o que havia de dia plantado, quando o dia amanheceu, novamente volta ao jardim e começa a plantar tudo de novo, sempre buscando a perfeição e o reconhecimento do outro pelo seu trabalho.
Assim, esse jardineiro passou sua vida inteira construindo de dia e desconstruindo à noite, retornando a construir de dia e a desconstruir à noite, sucessivamente até o momento em que desistiu de si mesmo, na crença de que ele nada valia e de que a vida não valia a pena ser vivida.


O princípio 90/10 – Você tem controle sobre sua vida?

Este é um princípio que mostra a relação entre o que temos ou não de controle sobre o que sucede em nossa vida.
De acordo com Stephen Covey, 10% da vida estão relacionados com o que se passa conosco e não temos controle sobre eles, já 90% com a forma de nossa reação aos fatos que vão determinar suas conclusões.
O que isso quer dizer? Realmente, não podemos evitar que um carro quebre, um avião atrase, um semáforo fique vermelho, etc. Isso representa 10% do que nos sucede. Os restantes 90% serão determinados com nossas reações.
Exemplo: Você esta tomando o café da manhã com sua família. Sua filha, ao pegar a xícara, deixa cair café na sua camisa branca de trabalho. Você não tem controle sobre isto, mas terá sobre o que acontecerá em seguida.
Você se irrita, repreende severamente sua filha, ela começa a chorar. Você censura sua esposa por ter colocado a xícara muito na beirada da mesa e daí, tem o prosseguimento de uma batalha verbal. Contrariado e resmungando, você vai trocar a camisa e voltando, encontra sua filha chorando mais ainda e ela acaba perdendo o ônibus para a escola. Sua esposa vai para o trabalho também contrariada e você tem que levar sua filha de carro para a escola. Como esta atrasado, dirige em alta velocidade é barrado por um guarda de trânsito e multado após 15 minutos de discussão. Deixa sua filha na escola, que desce sem se despedir de você e ao chegar ao escritório, percebe que esqueceu de sua maleta.
Seu dia começou mal e ansioso para terminar o dia, é recebido friamente e em silêncio pela sua esposa e filha, ao chegar em casa.
Por quê seu dia foi tão ruim?
1. Por causa do café?
2. Por causa de sua filha?
3. Por causa de sua esposa?
4. Por causa da multa de trânsito?
5. Por sua causa?
A resposta correta é a de número 5, pois o fator determinante foi a ausência de controle sobre o acontecido.
De outra forma:
O café cai em sua camisa. Sua filha chora e você diz gentilmente a ela: “Esta bem querida, você só precisa ter mais cuidado”.
Depois de pegar outra camisa e a pasta executiva, você volta, olha pela janela e vê sua filha pegando o ônibus. Dá um sorriso e ela retribui dando adeus com a mão.
Notou a diferença?
Duas situações iguais com finais opostos. Portanto se alguém fizer um comentário negativo, procure não levar a serio, evitando assim ser afetado e tirando sua energia.
Autor: Stephen Covey

FRASES PARA O NOSSO DIA A DIA

   EDUCAR....È UM PROCESSO LONGO,
QUE  NUNCA   APRESENTA  RESULTADOS   IMEDIATOS>>>>






"NÂO  EXISTE  CAMINHO PARA A FELICIDADE...
A FELICIDADE  É  O .....          CAMINHO.



  APRENDA   A   SORRIR   MESMO     CONTRARIADO.


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

QUADRO DE CURA


Problema
Causa Provável
Novo Padrão de Pensamento
Aborto espontâneo
Medo. Medo do futuro. “Não agora... mais tarde.” Hora errada.
A correta Ação Divina está sempre acontecendo em minha vida. Eu me aceito como sou, eu gosto de mim.
Apetite
- Excesso


- Falta
Medo. Necessidade de proteção. Desconfiança das próprias emoções.
Medo. Proteção de si mesma. Falta de confiança na vida.

Estou protegida. É seguro sentir. Meus sentimentos são normais e aceitáveis.
Eu me amo e aprovo meu jeito de ser. Sinto-me protegida. A vida é segura e divertida.
Bexiga e Cistite
Ansiedade. Ligação a velhas idéias. Medo de abandonar antigos condicionamentos.
Fácil e tranquilamente, eu me desfaço do que é velho e dou as boas-vindas ao novo. Estou em segurança.
Diabetes
Pesar por coisas que poderiam ter acontecido. Grande necessidade de exercer controle. Mágoa profunda. Dificuldade de lidar com a doçura da vida.
Este instante está cheio de alegria. Eu agora escolho vivenciar a doçura do dia de hoje.
Enxaqueca
Detesta ser dirigido. Resiste ao fluxo da vida. Medos sexuais. Geralmente aliviada pela menstruação.
Relaxo no fluir da vida e, numa atitude de tranqüilo conforto, deixo-o prover tudo o que preciso. A vida me ampara.
Feminino, Síndromes
Negação de si mesma. Rejeição da feminilidade, da essência feminina.
Alegro-me por minha feminilidade. Gosto de ser mulher. Gosto do meu corpo.
Insônia
Medo. Não confia no processo da vida. Culpa.
Tranquilamente desligo-me do dia e entrego-me a um sono sereno sabendo que o amanhã seguirá seu rumo natural.
Intestinos
Assimilação. Absorção. Fácil eliminação.
Eu assimilo e absorvo tudo o que preciso saber e liberto-me do passado com alegria.
Distúrbios da Menstruação
Rejeição da feminilidade. Culpa, medo. Crê que os órgãos genitais são sujos ou pecaminosos.
Aceito meu poder feminino e todas as minhas reações corporais porque são normais e naturais. Gosto de mim e de ser quem sou.
Obesidade
Medo, necessidade de proteção. Fuga dos sentimentos. Insegurança. Auto-rejeição.
Estou em paz com meus próprios sentimentos. Estou segura em meu lugar: meu corpo. Crio minha própria segurança. Eu me amo e gosto do meu jeito de ser.
Ovários
Representam os pontos da criatividade.
Minha criatividade flui facilmente.
Útero
Representa a MORADA da criatividade.
Sinto-me perfeitamente à vontade com meu corpo de fêmea.
Vulva
Representa a vulnerabilidade.
É seguro ser vulnerável.
Retenção de líquidos
O que estou com medo de perder?
Eu me desprendo das coisas.
Rigidez muscular
Pensamentos rígidos, controles.
É bom ser flexível em relação às idéias. É bom ser leve.

Sangue

- Anemia
- Coágulos

Falta de alegria. Falta de circulação de idéias.
Hesitação. Falta de alegria. Medo da vida. Não se sente boa o bastante. Alienação.
Não se permite ter alegria


Desperto nova vida dentro de mim. É extremamente fácil para mim fluir com ela.

É seguro encontrar alegria em tudo na vida. Amo viver. Estar aqui na Terra.

Novas idéias, cheias de alegria, fluem livremente pelo meu corpo.
Seios
Representam a maternida-de e o alimento físico e espiritual.
Dou e recebo alimentos de maneira equilibrada.
Tireóide
- Hipo
- Hiper
Vontade de desistir de tudo. Sente-se irremediá-velmente sufocada.
Raiva por ter sido deixada de lado.
 


Eu sou o centro de minha vida. Estou satisfeita comigo e com tudo que vejo.

Vou começar uma vida nova, com novos ideais. Uma vida que me satisfaça plenamente.

CURE SUA VIDA...

Cure sua Vida - Louise Hay

Quero lhe expor um dos mo­tivos que me fazem saber que as doenças podem ser vencidas com a simples troca de padrões mentais.
Anos atrás recebi um diagnóstico de câncer vaginal. Devido ao meu passado, que inclui um estupro aos cinco anos de idade e uma infância cheia de maus-tratos, não foi surpresa eu manifestar a terrível doença nessa parte do corpo. Como já era instrutora de cura mental há vários anos, tomei cons­ciência de que me estava sendo dada a oportunidade de pra­ticar e provar a verdade dos meus ensinamentos. Como qual­quer um que fica sabendo que está com câncer, de início entrei em pânico absoluto, mas logo ele foi substituído pela convicção de que o processo de cura mental funcionava. Consciente de que o câncer é provocado por um profundo ressentimento, guardado por um longo tempo até ele praticamente começar a comer o corpo, eu soube que teria muito trabalho mental à minha frente. Percebi que, se me submetesse a uma operação para me livrar da doença sem eliminar o padrão mental que a estava causando, o câncer voltaria. Quando esta ou qualquer outra doença reaparece, não é porque os médicos não "tiraram tudo", mas sim porque o paciente não modificou seu modo de pensar e continua recriando o mesmo mal. Também sabia que, se fosse capaz de eliminar por completo o modelo mental que criara a condição chamada "câncer", eu nem precisaria de ajuda profissional. Portanto, barganhei por mais tempo. Meu médico, a contragosto, me concedeu três meses, deixando bem claro que eu estava pondo a vida em perigo pela demora.
Imediatamente comecei a trabalhar com meu instrutor para eliminar velhos padrões de ressentimento. Até aquela época eu desconhecia que guardava dentro de mim um profundo rancor. Como somos cegos aos nossos modelos mentais! Seria preciso um longo exercício de perdão.
Outra coisa que fiz foi consultar um nutricionista para desintoxicar completamente meu organismo.
Assim, cuidando da limpeza mental e física, em seis meses consegui mostrar aos médicos o que eu já sabia: eu não apresentava mais nenhum tipo de câncer. Ainda guardo o resultado dos primeiros exames, que deram positivo, para me recordar o quanto pude ser negativamente criativa.
Hoje, quando um cliente me procura, por mais terríveis que possam ser seus males, sei que, se ele estiver disposto a fazer o trabalho mental de modificar os velhos padrões e per­doar, praticamente qualquer mal pode ser curado. A palavra "incurável", tão assustadora para muitos, na verdade quer di­zer apenas que determinada doença não pode ser curada por métodos "externos" e que precisamos nos interiorizar para efe-tuar a cura. A "condição" anormal que aparentemente veio do nada voltará para o nada.
Louise L. Hay
Há trinta anos, quando Louise Hay observava como as pessoas permitiam que as doenças e circunstâncias dolorosas controlassem suas vidas, ela prometeu a si mesma ajudá-las a ver que a raiz de suas dores brotava de seus próprios pensamentos negativos. Então, ela se sentou e descreveu em um caderninho azul como os nossos padrões e crenças mentais tinham o poder de contribuir para as doenças em nosso corpo. Este caderninho se tornou o livro título deste artigo, foi publicado em 1984, traduzido para 29 línguas e que já vendeu mais de 35 milhões de cópias em todo mundo.
Sua mensagem simples é: "O corpo, como tudo na vida, é um espelho de nossos pensamentos e crenças internos. Cada célula de nosso corpo responde a cada pensamento que pensarmos e cada palavra que pronunciarmos."
Pois bem, transcrevo aqui, conforme apresentado pela Louise, alguns dos problemas femininos, a causa provável e o novo padrão de pensamento a ser trabalhado diariamente, “n” vezes/dia